quinta-feira, 10 de junho de 2010

A entrada para o palco…

Existem três loucos da cabeça que me fizeram chorar com a experiência e um profundo obrigado pela existência da vivenda da Avenida 5 de Outubro.

Eu sei que para mim foram apenas três anos. Mas foram três anos. E três anos são muitos dias. Mas acho que falar deste último ano é falar como o André, a Ana e a Laura falaram do Gregoriano… Falar de uma…segunda casa.

Nunca tinha compreendido, nunca tinha sequer pensado que isso era possível. Sentir-me completamente confortável noutro sítio que não a minha casa - Fala a menina isolada do mundo, que desliga de 2 em 2 segundos, e que sempre encontrou conforto no silêncio de estar sozinha.

Esta segunda casa, fez-me crescer musicalmente (diria que em 11 anos de aprendizagem, foi sem dúvida neste ano que cresci mais), mas sobretudo como pessoa. E isso foi graças às pessoas que me acompanharam ao longo deste processo. Porque aprendi imenso com elas, porque me deixei conhecer e conheci-as, e vi, ouvi e partilhei alguns dos melhores e dos piores momentos. Agora sinto-me como parte do grupo… Quando me sento numa cadeira na sala 2, para as aulas de ATC, ou quando dou dois passos à frente, e de repente estou a representar o melhor do IGL.

Obrigada Lala. Fazes parte de tudo… Vai sempre permanecer este obrigada profundo por me teres trazido aqui. Char<3

Obrigada Ana. Por gostares de mim, sobretudo. Por dizeres que tens uma prima de 1 ano e meio, que se chama Teresa, e que te lembra imenso eu, pelo ar fofinho :)

Obrigada André. Ou Mambo. Não te posso explicar o quão feliz estou por ti, por chegares lá fora e arrasares com tudo. Mas vou sentir imenso a falta de me pedires para fazer o pstpsttchikthciktlhmuaaaaah…

Obrigada Fipa. Adoro tudo em ti. É inexplicável a nossa amizade. De não percebermos nada do que a outra diz mas de estarmos sempre em sintonia.

Obrigada Fon. O fofo. Não desapareces… Foi isso que me assustou quando disseste aquilo na sexta-feira passada. Obrigada António. Maninho…que sempre me apoiaste e disseste que eu fazia as coisas bem. Obrigada Francis. Sobretudo por me abordares sempre de uma forma tão feliz. Obrigada Jorge. Por protegeres toda a gente de forma tão discreta. Obrigada Debi. Pela tua personalidade tão forte. Obrigada TiagA. Por seres a pessoa mais genuína e tão cavalheiro. Obrigada Magui. És das primeiras pessoas que conheci do Gregoriano, o meu primeiro mocho. Obrigada Rita e Zezinho. Pela companhia, pelas conversas, pelo apoio. Obrigada Margarida e Mafalda. São ambas lindas e grandes promessas. Não fazem ideia o quanto eu e a Filipa adorámos trabalhar ao vosso lado no Britten. Obrigada Carolina, Daniel e Isabel. Pela união nas aulas de FM. Obrigada Bá e Tiago O. Por serem um exemplo. Obrigada Ricky, Carolina Sá, Albi, Pombo, Luís, Leonor, Che e todas as pessoas que fazem parte do Gregoriano. Não me quero esquecer de ninguém… Gosto de toda a gente. Acredito que toda a gente seja importante, porque todos dão um bocadinho de si, e sobretudo, todos dão música à tal ‘segunda casa’.

E obrigada Armando. Por me ensinares a cantar… Ou seja, por me dares a conhecer ao mundo, e sobretudo, a mim própria.

Nunca há-de ser um adeus, porque vai sempre permanecer em mim esta experiência.

Mas por enquanto posso dizer enquanto sorrio... Até segunda!

Teresa.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Obrigado - 9


(Em homenagem ao Professor Alberto, de Latim, que durante mais de duas decadas leccionou no IGL. Sabia o amor que tinhamos a esta casa. Talvez como ninguem.)

Gostaria primeiro de salientar que ja odiei profudamente o IGL. Isto para tornar bem explicito que a razao pela qual eu gosto do Gregoriano é fundamentada e nao irracional. 

Foram 9 anos. Ha 9 anos atras, esta casa (a minha,mesmo) nao existia, a minha escola era outra, nao tinha barba. Nao sabia tocar com as duas maos, e achava que queria ser meteorologista. Nao sabia o que era a internet (nao muito bem). O Cristiano Ronaldo era um puto como eu, e o Jesus nao imaginava que iria treinar o Benfica. As Torres Gemeas ainda nao tinham caido, e Barack Obama nao era alguem que se conhecesse minimamente. 

O IGL construiu-me como pessoa. E sim, musicalmente e profissionalmente, sou totalmente um exemplo moldado pelo Gregoriano. E um grande obrigado por isso: sinto que estou preparado para a nova etapa que se avizinha.

Comecei do zero. Comecei sem saber o que era uma clave de fá. Hoje sou organista nos Jerónimos.

Episódios? Ajeito-me na cadeira, tal como uma entrevista de televisao. Faço uma pausa, relembro, sorrio e digo: "Sim, imensos".

Afinal, o que fica destes 9 anos? Acho que a Ana disse muita coisa que é verdade: soube-nos preparar para a musica. Ou pelo menos, para o inicio daquilo que pretendemos tornar profissional.

A nostalgia ainda nao me assolou totalmemte, confesso. Nao me esqueço que ainda tenho o maior desafio para fazer, para a semana: Exame final de 8º grau de orgao. O mais interessante é que nao é cumprir calendario, nem mais um "simples exame"... é O exame.

Durante aprox 1 hora vou estar a mostrar como fui moldado à imagem do Gregoriano. Porque gostamos de tocar. Porque temos realmente prazer em partilhar com quem nos rodeia essas notas que fomos descobrindo.

Mas.. e chegar ate la? Muito trabalho. Muitas horas de estudo. Muitos precalços. Muitas aventuras:

Escócia '09

Bremen '09

Holanda '10 - Parte 1, a descoberta

Holanda '10 - Parte 2, a decisão

E quando soube que havia sido admitido no Conservatório Real de Haia, e tive que esperar pelo prof, esperei na Igreja. O sol era grande, e as janelas enormes que cobiram a Igreja enchiam-na num brilho magnifico.

Sozinho, abri os braços, tal como um jogador que marca o golo da vitória.

Abracei entao, com enorme sorriso, a Laura, a Ana e a Maria. Corri e saltei, salto com o Tiagao. O Alberto e o Jorge esperavam com grande sorriso. A Rita soltava "ja sabia!", e a Teresa brilhava com o seu olhar. O Francisco abraçou-me, e a Filipa apenas disse convictamente: "Mega!". O Afonso sorriu com o Zé, e perguntaram "A banana fez efeito?". O Ricardo pegou-me ao colo, tal a força. A Ché disse-me "és bué", e eu retribui. O Tiago Oliveira fez uma simples vénia e eu, claro, disse que quem sabia era o "Mestre".

A Igreja continuava vazia. Alguem que la entrasse poderia jurar que era so eu que la estava, mas nao. A Igreja estava cheia. Cheia de Gregorianos. Porque se hoje sou alguem musicalmente, foi porque tambem os vi tocar, os vi exprimirem-se e tambem aprendi algo com isso. Partilhamos alegrias e tristezas.

Páginas na historia do IGL? De certo que nao fechámos o livro, mas ajudámos a preencher boa parte: fundámos a AEIGL. Fizemos 0127152622398785 coisas, algumas nao pouco visiveis, outras talvez apenas um arranhao nalguma mesa, mas de certo que ha imensas que sempre duraram e poderemos encontrar quando la voltarmos, um dia.

9 anos que, de certeza, nao chegam ao fim aqui. Apenas deixo de ter aulas. Bom, passei mais tempo a estudar do que a ter aulas, portanto (fingindo nao ser nada de grave) é apenas uma etapa.

As memórias continuam. E vao-se prolongar. Eu creio que sim.

Um, dois, três... oito.


Começo com um ar esperançado: Esperem lá, ainda não é hoje o último dia, ainda há três exames para passar, dois concertos.. Mas.. mas..não.
Estou esquisita na mesma. Um nó na garganta, como quando fico nervosa, ou estou a fazer força para não chorar.
Porque isto afinal está a soar mesmo a último dia.
Se calhar a nossa conversa ao almoço [no Topo, claro, a nossa rotina manteve-se] não ajudou, mas sentirmo-nos antigos em algum lado é uma realidade nova, pelo menos para mim. Pensar que Olá, eu sou a Laura. A Laura, não a Laura Joana, não a Laura de flauta, mas a Laura. Houve um tempo em que era só eu a Laura, ainda és desse tempo? Do tempo em que o Gregoriano ainda era só uma ou duas horas dois dias por semana.. e mais tarde já todos os dias, e depois os dias inteiros. Viver lá, quase. És desse tempo?
Ou sonhar que se vive lá, no terceiro e quarto pisos [um para rapazes, outro para raparigas, por cima da sala 6 é o refeitório, e a despensa ao fundo do terceiro piso], em beliches, com a 'família' Gregoriana.
Dói um bocadinho. Apesar de ser apenas mais uma na estatística [e das estatísticas que se quer, Ensino Articulado de Música, soa bem na papelada] e de terem sido 'apenas' os oito anos regulamentares de quem completa o curso secundário, dói mesmo um bocadinho. Nem sei se é sair em si, ter acabado disciplinas uma a uma, umas com prazer e um nadinha de sorte, e outras com pena, mais um pouco por favor, mas talvez custe mais imaginar voltar a entrar lá [a tal moradia pequenina, não não, aquilo é a Câmara, o Gregoriano é ali] e já não estarmos lá todos, prontos para uma cartada ou simplesmente para estar. Confortavelmente e todos juntos. Porque afinal, tudo faz parte da casa. Cada desenho ilícito no tampo da mesa, cada partitura perdida, até mesmo os mil casacos esquecidos. Tudo faz parte da nossa sala, e da nossa casa. Cada um escolheu o seu cantinho, a sua sala de estudo, mas o nosso último reduto é a sala 10. E tenho medo de já não me sentir em casa lá, daqui por uns tempos.
Mas também é bom. Às vezes olhamos para as novas gerações e pensamos [em voz alta?] que estes vão ser os novos nós. Talvez alguém dos antigos, daqueles a quem chamámos dinossauros, tenha pensado o mesmo. Talvez não, mas acho que ninguém fica indiferente.
E eu que o ano passado pensei compreender as lágrimas da Bayley, mas não percebi nada. Só agora é que sim, um pouco, e parece ser difícil de engolir.
Afinal, acho que ganhámos o estatuto de mobília da casa, a custo, afinal todos tivemos os nossos momentos de pânico.. mas o que é certo é que resistimos, a tal selecção natural de que falava à tarde com o pessoal [hoje o Último Dia foi tema recorrente, em todas as conversas 'cá de casa'] surtiu o efeito de, de repente, estarmos no fim de tudo e tomarmos consciência de como os nossos amigos mudaram desde que entrámos. Somos poucos agora, e já ver sair o ano passado alguns de nós foi tão estranho, agora seguir outro grupo em frente parece impossível. Vamos transferir o Topo para a ESML? Ou para Haia? Ou talvez para Évora? Não sei. Só sei que continuo com medo, desta vez de entrar para uma 'casa' nova.. em que não sou Presidente da Direcção da AEIGL, não tenho 'as minhas pessoas', a minha base, o meu Ensemble e até a D. Lina para me ralhar de manhã.
Estamos de malas aviadas, só falta um diploma para a mudança de 'casa'. E as mudanças assustam.

Já estou cheia de saudades. Afinal, a culpa do meu futuro é vossa. Vossa, IGL e todas as pessoas e coisas que estão lá [cá] dentro.

Bem, vou só ali à Caravela, alguém quer vir?

IGL em números

11 anos ainda é muito tempo, caramba. Assim como quem não quer a coisa, ainda é mais de metade da minha vida. E por mais que tente ignorar, aperceber-me de que essa etapa acaba hoje deixa aquela nostalgia... Foleiro, bem sei. Mas 'true!'.

Senão vejamos: ando no Instituto Gregoriano de Lisboa desde 1999. 11 anos, com aproximadamente 39 semanas lectivas cada um. Ora se tivermos em conta que entro todos os dias no IGL pelo menos 2 vezes, e que não tenho tardes livres desde que tenho 12 anos, isso dá 4290 vezes que fiz soar aquela porta, mais coisa menos coisa.

O dobro, se contarmos com as vezes que a porta soou de cada vez que saí das instalações.

O quíntuplo, se contarmos com as idas à Cinderela, à Dona Rosa, ao extinto Capítulo (agora Topo da Avenida), à Caravela (mais recentemente), aos indianos, ao Coisas de Gostar ou até mesmo ao restaurante chinês das Forças Armadas (que foi só uma, prometo).

É muita vez que aquela porta chiou por minha causa. Devo estar a dever não sei quantos litros de óleo à Dona Almerinda.

E, falando nisso, no que toca a pessoas? Foram 5 auxiliares de educação que com toda a certeza relembrarei toda a vida, pelo menos 12 professores, 1 Senhor Viana, não sei quantos mil amigos, 2 namorados, e ainda mais não sei quantos conhecidos ou colegas.

Perdi a conta aos concertos e audições, devem ter sido na boa uns 100.

Um ano de intensa vida gregoriana. [Que envolveu entrar às 8h e sair às 20h. Sala 21, quase todas as manhãs, “porque tem janela para o pátio”. Ir tirar cafés à Nespresso e deixar o dinheiro na bancada, comer sandes de Nutella (marca ‘É’) como se não houvesse amanhã, impingir leites com chocolate a 40 cêntimos aos putos, tomar o pequeno-almoço na sala de alunos, e ir chatear o André (sala 28) ou a Bayley (sala 32) quando não me apetecia estudar.]

3 elaborados vídeos de parabéns, 2 viagens, mais de mil fotografias. Um rap, 2 poemas dedicados a professores, Uma sebenta de História da Música. 5 vestidos pretos, 6 Audições de Alunos, 2 manifestações e aproximadamente 52 meias-doses de hambúrger com ananás no Topo da Avenida.

Uma Associação de Estudantes.

E tudo isto não contando com todas as coisas e pessoas que surgiram por arrasto: a Orquestra Sinfónica Juvenil, o Mus&Caldas, os contactos, os concertos, as paixões, os trabalhos temporários (ou nem tanto)…

Não sei quantas MIL frases feitas (“Está frescócia!”), refeições pré e pós-concerto, noitadas no Bairro Alto, conversas filosóficas sobre o futuro, “amigos forever”, discussões e gargalhadas sonoras, e ainda mais (tantos!) “Não posso, tenho ensaio…”

Mas, fundamentalmente, uma enorme lição de vida.

Como estar em palco, como não ficar nervosa ao apresentar-me em público, como lidar com a frustração de não conseguir, como conciliar o equivalente a 2 empregos ao mesmo tempo sem descurar nenhum dos dois, como incentivar os outros a fazer melhor, como incentivar-me a mim própria.

Como cantar em coro, como cantar a solo sem fazer figuras tristes, como tocar violoncelo. Como dar uns toques no piano, como fazer leituras à primeira vista e ditados rítmicos. Como NÃO fazer quintas paralelas. Como viveu o Mozart, o Mendelssohn ou o Verdi. Ou afinal quem amava a Clara Schumann.

Como não irritar a Dona Helena durante um teste de Canto Gregoriano (já agora: como controlar um ataque de riso a meio de um teste de Canto Gregoriano).

Como explicar que “o IGL não é o Conservatório, mas é equivalente” sem rosnar muito ao interlocutor.

Como explicar que o nº 258 da Av. 5 de Outubro mudou a minha definição de “segunda casa” por completo. (Porque não há sítio onde tenha passado mais tempo, e não há basicamente nada que não tenha feito lá. Aliás, ainda lá tenho uma escova e uma pasta de dentes. A única coisa que não fiz foi dormir uma noite inteira dentro das instalações, mas garanto que já dormi boas horas no sofá que está actualmente na sala de alunos.)

Como explicar à Dona Lina que para o ano não estou por cá, e porquê.

Enfim. 11 anos, resumidos em 723 palavras e 4149 caracteres, que no fundo só querem expressar um enorme muito obrigada.

E, claro, uma ou duas lágrimas reprimidas. Porque isto da nostalgia ainda custa, caramba.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Melisminha Deprimente 12

Pessoas, nas vésperas do concerto final do ano (no Grande Auditório da ESML, próxima 4ªf, dia 9 de Junho, às 21h30, para os mais distraídos... *cof*Manel*cof*cof*), deixo aqui este melisminha deprimente do ano de 1900 e troca o passo, em que podemos observar o CC a cantar o Hino a Santa Cecília de Britten, na Sé - coincidência das coincidências, tal como nós vamos fazer na próxima 4ªf... só que muito melhor, é claro :P




(E perdoem pela qualidade do vídeo, mas... não tenho nada a ver com isso.)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Sábados no IGL

No próximo Sábado, dia 29 de Maio, terá lugar no Instituto Gregoriano de Lisboa mais uma edição do "Sábados-no-IGL", mais uma iniciativa a não perder.

14h00 - Classes de Piano da Prof. Anne Kaasa, da Prof. Ivana Talijan e do Prof. Pedro Ferro (Sala 6)

15h00 - Classes de Piano do Prof. Manuel Fernandes e de Violoncelo da Prof. Anne Hermant (Sala 6)

16h00 - Classe de Piano da Prof. Ilda Rodrigues (Sala 6)

- Classe de Violino da Prof. Inês Barata (Sala 28)

17h00 - Classe de Educação Vocal do Prof. Armando Possante (Sala 6)

- Classes de Piano da Prof. Isabel Mendes e da Prof. Ivana Talijan (Sala 28)

18h00 - Classes de Introdução à Prática Vocal da Prof. Elsa Cortez e do Prof. Manuel Brás da Costa (Sala 6)

19h00 - Classe de Violino do Prof. Marcos Lázaro (Sala 6)

terça-feira, 25 de maio de 2010

Concertos e mais audições.

Olá a todos,

O blog está vivo.. mais ou menos. Tenho 287990 gravações para escolher cortar por pequeno youtubar blogar. E mal tenho tempo para respirar até meados de Junho.

Audição de Alunos, os sábados estão cheios de audições e provas de admissão, a única hipótese era este sábado às 19h, mas acho que só uma hora de AA era complicado, portanto estou em conversações para a marcar num dia de semana algures depois de dia 8, último dia de aulas.

Entretanto, esta sexta-feira, dia 28:

12h - Audição da Classe de Música de Conjunto da prof. Elsa Cortez,

ou seja, os rapazes têm Audição!

E antes disso, no dia 27:



Em concerto, na Biblioteca do ISCTE, pelas 20h, com entrada livre.

Inauguração do órgão positivo do IGL.

Programa:

Della bellezza le dovute lodi - C. Monteverdi
O dolcezze amarissime d'amore - L. Luzzaschi
Io mi son giovinetta - C. Monteverdi
O sors optata - compositor holandês do séc. XVII
Diferencias sobre la gallarda milanesa - A. Cabezón
Ohimè, dov'è il mio ben - C. Monteverdi
Non sa che sia dolore - L. Luzzaschi
Marche pour la cérémonie des turcs - J. B. Lully


Ensemble delle Donne:
Ana Assis Gomes - violoncelo
Débora Bessa - flautas de bisel
Laura Lopes, Rita Tavares e Teresa Duarte - vozes

Ctrl+T+Z Ensemble:
André Ferreira - órgão
Alberto Oliveira e Jorge Rodrigues - violinos
Débora Bessa e Eunice Silva - flautas de bisel
Laura Lopes e Rita Tavares - vozes
Francisco Moitinho de Almeida - violoncelo

João Carlos Gomes - órgão


E pronto. Por hoje é tudo. Amanhã ficarão a saber o que vai acontecer no próximo dia 29, mais um Sábados-no-IGL, porque tu queres, porque eles te querem.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Mega-Recital a não perder


Na próxima 2ªFeira, dia 10 de Maio, terá lugar na Sala de Órgão, pelas 13h15, um Recital de Órgão por André Ferreira, aluno da Classe do Prof. António Esteireiro.
Serão interpretadas obras de A. C. Braga, J. S. Bach e F. Peeters.

Mais uma audição a não perder.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Audição de Ed. Vocal já na quarta-feira, às 14h.

Desta vez sou eu mesma e não aquela holandesa coisa.

Audição de Ed. Vocal da classe do Prof. Armando Possante:

Dia 5 de Maio às 14h.

Udite amanti - B. Strozzi
Ah Belinda - ópera Dido e Eneias - H. Purcell

Laura Lopes


Nun beut die Flur - oratória A Criação - J. Haydn
Aus Liebe - Paixão segundo São Mateus - J. S. Bach

Teresa Duarte


Buss und Reu - Paixão segundo São Mateus - J. S. Bach
Mignon - R. Schumann
Clair de lune - G. Fauré

Laura Lopes


Die Mainacht - J. Brahms
Batti, batti, o bel Masetto - ópera Don Giovanni - W. A. Mozart
Ach, ich fühls - ópera A Flauta Mágica - W. A. Mozart

Teresa Duarte


Non so più cosa son - ópera Bodas de Fígaro - W. A. Mozart

Laura Lopes

Quel guardo il cavaliere - ópera Don Pasquale - G. Donizetti

Teresa Duarte

segunda-feira, 3 de maio de 2010

St.Gall 359


Ok, ok, eu tento parar de invadir o site.
Mas parece-me que qualquer Gregoriano devia dar uma vista de olhos à fonte em que se baseou o Gradual Triplex para reproduzir a notação de St.Gall.



http://www.e-codices.unifr.ch/en/csg/0359/1/small

Beijinhos, abraços e essas lamechices todas,
Bayley